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O festim dos corvos - As crônicas de gelo e fogo vol. 4

O festim dos corvos - As crônicas de gelo e fogo vol. 4

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Edição digital

Editora
LEYA BRASIL 
ISBN-13
9788580445053 
Edição
Não informado 
Idioma
Português 
Formato
ePub 
Impressão
Não Permitida 
Cópia
Não Permitida 

Descrição

"O QUARTO VOLUME DA SAGA ÉPICA AS CRÔNICAS DE GELO E FOGO CHEGA ÀS LIVRARIAS Uma reviravolta nos Sete Reinos! Traições, mortes, novos senhores, novas alianças, alguns velhos traidores e o anúncio de dragões vivos além-mar. Quem em Westeros pode ser confiável agora? Ajudada por Mindinho, que tem outros planos para a garota que agora é a Senhora de Winterfell, Sansa finalmente conseguiu fugir do castelo em Porto Real ¿ já que Robb e Catelyn foram executados pelos Frey, e Bran e Rickon desapareceram. Arya está sozinha vagando pelas florestas de Westeros em busca do Castelo Preto e Branco. John Snow, agora comandante da Patrulha da Noite, precisa reestruturar a Muralha e os irmãos de negro e defender, ou não, os interesses do Rei Stannis Baratheon. Enquanto isso, os dragões avançam pelo mar... O festim dos corvos anuncia o que se pode chamar de o fim da guerra e o início de uma busca infindável por repostas: Onde estão os Outros? Para onde fugiram os Selvagens? Quem matou Joffrey? Bran, Rickon e Catelyn estão realmente mortos? Até que ponto os laços de sangue salvarão os elos que mantém o Trono de Ferro erguido? E o inverno está cada vez mais próximo, e pelos maus presságios, será avassalador."

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por MUNDO ESTRANHO

No quarto blockbuster de As Crônicas de Gelo e Fogo, O Festim dos Corvos, mostra as consequências devastadoras da Guerra dos Cinco Reis. Você não vai acreditar quem ascenderá ao poder em Westeros.

O FESTIM DOS CORVOS
por SUPERINTERESSANTE

O mais sombrio e melancólico volume de As Crônicas de Gelo e Fogo não descreve batalhas épicas, mas o cenário de uma terra devastada, na qual pessoas comuns lutam para sobreviver em meio ao caos. A Guerra dos Cinco Reis arrefece, e os Lannister se tornam senhores da maior parte de Westeros - com algumas exceções, como as terras controladas por Stannis Baratheon, as regiões ocupadas pelos Homens de Ferro e a fortaleza de Correrrio, em poder da casa Tully.

Os momentos mais intimistas do livro...Leia mais

O mais sombrio e melancólico volume de As Crônicas de Gelo e Fogo não descreve batalhas épicas, mas o cenário de uma terra devastada, na qual pessoas comuns lutam para sobreviver em meio ao caos. A Guerra dos Cinco Reis arrefece, e os Lannister se tornam senhores da maior parte de Westeros - com algumas exceções, como as terras controladas por Stannis Baratheon, as regiões ocupadas pelos Homens de Ferro e a fortaleza de Correrrio, em poder da casa Tully.

Os momentos mais intimistas do livro são vividos por Jaime Lannister. Vilão no início da série, ele vai se tornando um dos personagens mais complexos e intrigantes da história. Enquanto lidera o cerco à fortaleza de Correrrio, Jaime pondera sobre o alto preço a ser pago pelo poder. Enquanto isso, Cersei, sua irmã e amante, enfrenta em Porto Real uma nova reviravolta: a Fé dos Sete, que havia perdido seu clamor guerreiro, volta a ser uma religião militante. Entre ruínas, fome e profecias sobre um longo inverno que se aproxima, multidões de desesperados voltam os olhos para o céu. O fanatismo religioso se torna um novo e perigoso elemento na luta pelo controle do continente de Westeros.

As religiões de Westeros
por SUPER

Várias crenças disputam fiéis no principal continente da saga, mas nenhuma tem omonopólio da verdade ou da virtude

Alguns críticos gostam de chamá-lo "Tolkien americano" - referência a J. R. R. Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis. Mas há certo exagero aí. George R. R. Martin deu à série As Crônicas de Gelo e Fogo características que a diferenciam bastante da obra de seu colega britânico. Uma delas é oambiente religioso. Nos 5 livros escritos por Martin até aqui, há uma profusão de crenças....Leia mais

Várias crenças disputam fiéis no principal continente da saga, mas nenhuma tem omonopólio da verdade ou da virtude

Alguns críticos gostam de chamá-lo "Tolkien americano" - referência a J. R. R. Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis. Mas há certo exagero aí. George R. R. Martin deu à série As Crônicas de Gelo e Fogo características que a diferenciam bastante da obra de seu colega britânico. Uma delas é oambiente religioso. Nos 5 livros escritos por Martin até aqui, há uma profusão de crenças. Já em O Senhor dos Anéis, religião é um tema periférico. "Na série de Tolkien, não existe sacerdócio nem templos", disse oescritor à revista Entertainment Weekly em 2011. "Ninguém cultua nada."

Oriundo de uma família católica não praticante, Martin se define ora como ateu, ora como agnóstico (aquele que não acredita nem nega a existência de Deus). "Se há de fato um deus benevolente olhando por todos nós, por que o mundo em que vivemos é tão cheio de violações e torturas?", ele pergunta. Essa postura questionadora diante da fé, seja ela qual for, acabou indo parar em seus livros. O resultado é uma história na qual várias religiões competem incessantemente por fiéis, sem que nenhuma delas tenha o monopólio da verdade ou da virtude. No continente de Westeros, cenário principal da saga, são 3 as crenças predominantes. Conheça-as na página seguinte.

Fé dos sete

TIPO DE RELIGIÃO - Monoteísta.

SÍMBOLO - Estrela de 7 pontas.

RITUAL SAGRADO - Cânticos no septo (templo).

ONDE É PROFESSADA - Na maior parte de Westeros.

É a religião praticada pela maioria em Westeros. Foi introduzida pelos Ândalos, um povo ancestral que invadiu o continente milênios antes do início da saga (leia mais na pág. 10). A crença está fundamentada no culto a Sete, uma divindade que tem 7 faces: Pai (julgamento), Mãe (criação), Guerreiro (coragem), Donzela (inocência), Ferreiro (habilidade), Velha (sabedoria) e Estranho (morte). Nesse aspecto, a religião majoritária em Westeros se assemelha bastante à cabala judaica, que enxerga em Deus 10 atributos acessíveis aos homens.

A Fé dos Sete também alude ao dogma católico da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo) e sua estrutura lembra a da Igreja Católica. Há um clero formado por septões (sacerdotes que rezam para o Pai) e septãs (que oram para a Mãe). O "papa", chamado de Alto Septão, lidera um conselho nos moldes do Colégio de Cardeais do Vaticano. O texto Estrela de Sete Pontas, uma espécie de evangelho, define os limites morais dos fiéis. Jogo e incesto, por exemplo, são prática condenáveis.

Deuses Antigos

TIPO DE RELIGIÃO - Panteísta.

SÍMBOLO - Rosto entalhado no tronco de um represeiro.

RITUAL SAGRADO - Rezas diante de árvores sagradas.

ONDE É PROFESSADA - Norte de Westeros.Predominante no norte do continente, essa talvez seja a crença mais ancestral de Westeros. Diz a tradição que os Deuses Antigos eram cultuados pelos Filhos da Floresta, que já habitavam a terra antes da chegada dos Primeiros Homens. A religião é pacífica e não tem clero nem livro sagrado. Parece-se com os cultos animistas da África, que enxergam alma nos elementos da natureza. O barulho do vento e das folhas no chão, por exemplo, é considerado uma manifestação divina.

Os xamãs, chamados Videntes Verdes, têm poderes mágicos e se comunicam com os animais. As rezas e os casamentos são feitos diante de árvores sagradas, os represeiros. Conhecidas como "árvores-coração", elas exibem no tronco um rosto entalhado pelos Filhos da Floresta. Os Deuses Antigos só se manifestam onde o rosto pode "ver". Como muitas dessas árvores foram derrubadas pelos Primeiros Homens, o poder das entidades ficou limitado. Num passado recente, diversos represeiros foram levados para o sul de Westeros e hoje decoram os jardins da nobreza.

Deus Afogado

TIPO DE RELIGIÃO - Monoteísta.

SÍMBOLO - Mar.

RITUAL SAGRADO - Afogamento.

ONDE É PROFESSADA - Ilhas de Ferro.

É uma divindade marinha cultuada pelos nativos das Ilhas de Ferro. A religião já existia antes da invasão dos Ândalos e foi adotada por eles (diferentemente do que aconteceu no sul de Westeros, onde os invasores impuseram a Fé dos Sete à população local). Segundo a crença, o Deus Afogado criou seus seguidores - chamados Homens de Ferro - para saquear e estuprar. Trata-se, portanto, de um deus malévolo.

Os sacerdotes batizam recém-nascidos submergindo-os na água salgada. Na idade adulta, quem decide seguir carreira religiosa torna a passar pelo ritual. Dessa vez, no entanto, o afogamento é para valer. A maioria acaba sendo ressuscitada com massagem cardiopulmonar. Aos que morrem durante a cerimônia, o Deus Afogado oferece um banquete em seu palácio subaquático. É provável que George R. R. Martin tenha buscado inspiração numa lenda medieval nórdica, segundo a qual guerreiros mortos em combate eram recompensados pelo deus Odin com uma esbórnia gastronômica. Em tempo: a semelhança entre os Homens de Ferro e os vikings não é mera coincidência.