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Ficha técnica

Edição Digital:
Editora: Companhia das Letras
ISBN-13: 9788535919714
eISBN-13: 9788580861280
Edição: 1ª Edição
Idioma: Português
Número de páginas: 624
Formato: EPUB
Impressão permitida: não
Cópia permitida: não

Steve Jobs

O livro, baseado em mais de quarenta entrevistas com Jobs ao longo de dois anos - e entrevistas com mais de cem familiares, amigos, colegas, adversários e concorrentes -, narra a vida atribulada do empresário extremamente inventivo e de personalidade forte e polêmica, cuja paixão pela perfeição e cuja energia indomável revolucionaram seis grandes indústrias: a computação pessoal, o cinema de animação, a música, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital. Numa época em que as sociedades de todo o mundo tentam construir uma economia da era digital, Jobs se destaca como o símbolo máximo da criatividade e da imaginação aplicada à prática. Embora tenha cooperado com esta obra, Jobs não pediu nenhum tipo de controle sobre o conteúdo, nem mesmo o direito de lê-lo antes de ser publicado. Não estabeleceu nenhum limite: pelo contrário, incentivou seus conhecidos a falarem com franqueza. "Fiz muitas coisas que não acho louváveis, como ter engravidado minha namorada aos 23 anos de idade e a maneira como encaminhei a questão", ...

Na mídia (2)

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Jobs e seus segredos 30/01/2012
Veja - 02/11/2011

Biografia mostra a personalidade intolerante e por vezes desleal de Steve Jobs. Para ele, a Apple e seus produtos vinham antes de tudo: da família, dos amigos e até da própria saúde O poder de persuasão de Steve Jobs era similar ao campo de distorção da realidade de alienígenas da série Jornada nas Estrelas, disse certa vez um de seus colegas na Apple. "A realidade era maleável perante Jobs", afirmou Bud Tribble. Carismático e intenso, mas intransigente e manipulador, Jobs tinha o poder de fazer com que os outros cedessem a suas obsessões. Era um poder que Jobs usava para convencer a si mesmo e seus companheiros a tirar da prancheta produtos aparentemente impossíveis de ser fabricados. Ele não era um grande programador nem tinha conhecimentos profundos de engenharia eletrônica. Foi no entanto um visionário legítimo ao perceber a revolução que estaria prestes a acontecer com a massificação dos computadores pessoais. Ao final das 624 páginas de Steve Jobs, biografia lançada mundialmente na semana passada (no Brasil, em edição da Companhia das Letras), não resta dúvida: era difícil conviver com o genial criador da Apple. A realidade, nesse caso, superou o mito. Jobs foi frio e desleal com alguns de seus melhores amigos. Nunca teve vergonha de roubar boas ideias e vendê-las como suas. Filho adotivo, demorou a reconhecer a filha que teve com uma namorada de juventude. Mas foi fiel até o fim à Apple. Ao morrer de câncer, no último dia 5 de outubro, aos 56 anos, deixou como legado a mais admirada e valiosa empresa de tecnologia da história. A biografia foi encomendada por Jobs ao jornalista americano Walter Isaacson, ex-editor da revista Time. Diante da relutância inicial de Isaacson, dizendo que o empresário ainda era jovem para pensar nisso, Jobs argumentou que talvez não tivesse muito mais tempo de vida. Foram dois anos de trabalho, quarenta conversas com Jobs e entrevistas com mais de uma centena de pessoas próximas a ele. Jobs não interferiu no texto final nem quis ler os manuscritos. Sabia que haveria histórias ali de que não gostaria, mas era o preço a pagar por ter um relato que não fosse chapa-branca. Era também a maneira de fazer um ajuste de contas com a vida. Jobs deu palpite apenas na capa. O livro é estupendo, ainda que editado às pressas e cansativo em alguns trechos. Jobs, mostra Isaacson, foi o resultado raro da intersecção entre a genética que lhe deu a inteligência, a sua infância no vale em que floresceu a computação e a contracultura de sua juventude. Adepto do zen budismo e da cultura hippie, era extremamente individualista. Mago da tecnologia, adiou por nove meses uma cirurgia para a retirada do tumor no pâncreas. Preferiu, inicialmente, buscar a cura com um tratamento baseado numa dieta de vegetais. Não fosse por isso, poderia estar vivo hoje.

Opinião dos clientes

Avaliação geral dos clientes:

2 avaliações

Ricardo Luiz Garrido, SAO PAULO - SP

09/11/2011

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